hahaha desse jeito vc vai roubar o lugar da Kiki no meu ♥, Paam... :P
Democracia Paraná
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Poucas propostas, muitas orações
Coluna do Gustavo Chapacais
Li uma ótima matéria da revista IstoÉ da semana que passou (nº 2136 do dia 20/10/2010) que aborda o tema da religiosidade nestas eleições, mas não só a religiosidade, como também o esquecimento de assuntos importantes por parte dos candidatos e de suas campanhas. De fato, os dois candidatos que concorrem à presidência curvaram-se às questões dogmáticas e esqueceram das propostas que realmente interessam aos eleitores, como economia, saneamento e reforma política.
Outros temas de igual importância foram abordados, sim, mas de uma forma tão superficial, que passaram despercebidos por nós, eleitores. É o caso do Banco Central, em que a candidata do PT, Dilma Rousseff, defende a autonomia da instituição e o candidato José Serra (PSDB), com o jeito de governar voltado ao passado, defende que o BC seja subordinado ao Ministério da Fazenda, como ocorria nos governos anteriores ao de Lula. Para saber disso, o eleitor recorre aos meios de comunicação, até porque nos debates e programas eleitorais não são propostas presentes.
No caso do saneamento, recentes dados do IBGE mostram que pequena parcela da população tem acesso à água tratada ou a tratamento de esgoto (neste último caso, até eu, que vivo economicamente bem, sou vítima), mas as propostas nem estão aí. De um lado há a presença do PAC, que pode ser sim, se as obras transcorrerem bem, a salvação do caos do saneamento. Do outro lado trata-se apenas como questão de saúde, quando também podemos considerar questão de infra-estrutura, que em muitos municípios nem está presente.
Um dos temas que interessam ao eleitor que olha para o futuro é uma reforma política, que definirá as regras do jogo eleitoral nas próximas eleições, bem como financiamento de campanha, reeleição para o Executivo, entre outros aspectos. Certamente esse é um tema que interessa ao eleitor, não pelo fato eleitoral, mas também pela possibilidade de se combater, frente a frente, a corrupção tão presente em nossa nação. Até a questão do aborto tem sido debatida apenas como questão religiosa, quando sabemos que deve ser tratada também como questão de saúde pública.
As boas notícias é que, nesta última semana de campanha, os dois lados prometeram mudar o tom, já que nas passadas semanas a campanha de José Serra servira apenas para atacar a adversária - de forma leviana e pouco convincente, diga-se de passagem - fazendo com que a própria Dilma tivesse que apenas se defender, obscurecendo um tanto sua campanha. Inclusive, o candidato tucano tem usado de armas nesta eleição, como o próprio caso do aborto e da religiosidade, pondo em dúvida as posições dogmáticas da candidata do PT e do presidente Lula. O desespero subiu à cabeça do derrotado desta reta final, mas disso falarei na quinta-feira, no meu próximo texto neste blog.
Li uma ótima matéria da revista IstoÉ da semana que passou (nº 2136 do dia 20/10/2010) que aborda o tema da religiosidade nestas eleições, mas não só a religiosidade, como também o esquecimento de assuntos importantes por parte dos candidatos e de suas campanhas. De fato, os dois candidatos que concorrem à presidência curvaram-se às questões dogmáticas e esqueceram das propostas que realmente interessam aos eleitores, como economia, saneamento e reforma política.
Outros temas de igual importância foram abordados, sim, mas de uma forma tão superficial, que passaram despercebidos por nós, eleitores. É o caso do Banco Central, em que a candidata do PT, Dilma Rousseff, defende a autonomia da instituição e o candidato José Serra (PSDB), com o jeito de governar voltado ao passado, defende que o BC seja subordinado ao Ministério da Fazenda, como ocorria nos governos anteriores ao de Lula. Para saber disso, o eleitor recorre aos meios de comunicação, até porque nos debates e programas eleitorais não são propostas presentes.
No caso do saneamento, recentes dados do IBGE mostram que pequena parcela da população tem acesso à água tratada ou a tratamento de esgoto (neste último caso, até eu, que vivo economicamente bem, sou vítima), mas as propostas nem estão aí. De um lado há a presença do PAC, que pode ser sim, se as obras transcorrerem bem, a salvação do caos do saneamento. Do outro lado trata-se apenas como questão de saúde, quando também podemos considerar questão de infra-estrutura, que em muitos municípios nem está presente.
Um dos temas que interessam ao eleitor que olha para o futuro é uma reforma política, que definirá as regras do jogo eleitoral nas próximas eleições, bem como financiamento de campanha, reeleição para o Executivo, entre outros aspectos. Certamente esse é um tema que interessa ao eleitor, não pelo fato eleitoral, mas também pela possibilidade de se combater, frente a frente, a corrupção tão presente em nossa nação. Até a questão do aborto tem sido debatida apenas como questão religiosa, quando sabemos que deve ser tratada também como questão de saúde pública.
As boas notícias é que, nesta última semana de campanha, os dois lados prometeram mudar o tom, já que nas passadas semanas a campanha de José Serra servira apenas para atacar a adversária - de forma leviana e pouco convincente, diga-se de passagem - fazendo com que a própria Dilma tivesse que apenas se defender, obscurecendo um tanto sua campanha. Inclusive, o candidato tucano tem usado de armas nesta eleição, como o próprio caso do aborto e da religiosidade, pondo em dúvida as posições dogmáticas da candidata do PT e do presidente Lula. O desespero subiu à cabeça do derrotado desta reta final, mas disso falarei na quinta-feira, no meu próximo texto neste blog.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Há 8 anos atrás, "Pedágio: ou abaixa ou acaba" era o 'sucesso' do Horário Político no PR
Há 8 anos atrás, o então Senador da República e candidato ao governo do estado pelo PMDB, Roberto Requião, repetia diversas vezes a seguinte frase no Rádio e na TV: "Pedágio: Ou ABAIXA ou ACABA!". Pois bem, todos nós sabemos que Requião não conseguiu cumprir esta promessa devido ao fato de que o contrato de concessão dos pedágios no PR foi tão bem feito que não há como mudá-lo sem rasgá-lo.
Além disso a eleição de 2002 no Paraná ficou marcada por uma disputa muito apertada entre dois ex-aliados: o próprio Requião e Álvaro Dias, que foram aliados nos anos 80 e 90, e se enfrentariam pela 1ª vez. Requião era candidato pelo PMDB, sem coligação, já Álvaro Dias era candidato pelo PDT, com apoio do PTB, do PTN, do PPB, do PRP e do PT do B. Correndo por fora estavam: Padre Roque, do PT (com apoio do PHS, do PCB, do PC do B e do PL), Beto Richa, do PSDB (com apoio do PFL, do PSL e do PAN) e candidato do então governador, Jaime Lerner, e Rubens Bueno, do PPS (com apoio do PV).
Além da briga pelo governo, havia a briga pelo Senado. No início da campanha os candidatos com mais chances de estarem entre os 2 Senadores eleitos eram: Osmar Dias, do PDT, Paulo Pimentel, do PMDB, Tony Garcia (o mesmo que roubou várias pessoas com o Consórcio Nacional Garibaldi, que faliu em 94), do PPB, Edésio Passos, do PT e Luciano Pizzato, do PFL.
Quem venceu o 1º turno foi Àlvaro Dias, do PDT, que conseguiu 1.616.047 votos (31,40% dos votos), contra 1.347.353 votos (26,17% dos votos) de Requião. Ambos se classificaram para o 2º turno.
Vejam o resultado do 1º Turno para Governador do Paraná:
ÁLVARO FERNANDES DIAS (PDT) 1.616.047 votos (31,40%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
ROBERTO REQUIÃO DE MELLO E SILVA (PMDB) 1.347.353 votos (26,17%)
CARLOS ALBERTO RICHA (PSDB) 888.837 votos (17,27%) PSDB/PFL/PSL/PAN
ROQUE ZIMMERMANN (PT) 842.399 votos (16,36%) PT/PHS/PCB/PC do B/PL
RUBENS BUENO (PPS) 362.464 votos (7,04%) PPS/PV
SEVERINO NUNES DE ARAÚJO (PSB) 47.903 votos (0,93%) PSB/PGT
GIOVANI GIONEDIS 26.567 votos (PSC) (0,51%) PSC/PST
CLAUDEMIR FIGUEIREDO PESSOA (PSTU) 5.517 votos (0,10%)
CIRUS ITIBERE DA CUNHA (PSD) 3.351 votos (0,06%)
JAMIL NAKAD (PRTB) 2.869 votos (0,05%)
JOSÉ GLADSTON BISPO (PRONA) 1.814 votos (0,03%)
ABRAHÃO BARBOSA EMILIO JUNIOR (PTC) 1.495 votos (0,02%)
Classificados para o 2º turno.
Já na eleição para Senador, tivemos nada menos do que 17 candidatos lutando por 2 cadeiras no Senado Federal. Os favoritos a vitória eram: Osmar Dias, do PDT, Paulo Pimentel, do PMDB, Tony Garcia (o mesmo que roubou várias pessoas com o Consórcio Nacional Garibaldi, que faliu em 94), do PPB, Edésio Passos, do PT e Luciano Pizzato, do PFL. Porém, ninguem contava com um cara até então desconhecido no mundo da política, chamado Flávio Arns. Arns começou atrás nas pesquisas, e até a ultima semana de campanha, estava perdendo a 2ª vaga para o ex-governador e experiente político do PMDB, Paulo Pimentel. Mas, eis que no dia da eleição Arns acaba virando e ficando com a 2ª vaga.
Vejam o resultado para o Senado Federal:
Obs.: Nesta eleição cada eleitor teve direito a 2 votos para o cargo de Senador para o preenchimento de 2 vagas.
OSMAR FERNANDES DIAS (PDT) 2.776.368 votos (30,06%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
FLÁVIO JOSÉ ARNS (PT) 1.995.730 votos (21,60%) PT/PHS/PCB/PC do B/PL
PAULO CRUZ PIMENTEL (PMDB) 1.091.822 votos (11,82%)
EDÉSIO FRANCO PASSOS (PT) 958.962 votos (10,38%) PT/PHS/PCB/PC do B/PL
LUCIANO PIZZATTO (PFL) 899.998 votos (9,74%) PSDB/PFL/PSL/PAN
ANTONIO CELSO GARCIA (PPB) 666.227 votos (7,21%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
NITIS JACON DE ARAUJO MOREIRA (PSDB) 648.828 votos (7,02%) PSDB/PFL/PSL/PAN
AFFONSO ANTONIUK (PPS) 56.924 votos (0,61%)
NELY LIDIA VALENTE DE ALMEIDA (PSC) 56.602 votos (0,61%) PSC/PST
EDA MARIA SLOMP (PV) 24.393 votos (0,26%)
RALPH DURVAL MOREIRA DE SOUZA (PSB) 19.516 votos (0,21%) PSB/PGT
ANTONIO PROCOPIAK NETO (PSDC) 11.880 votos (0,12%)
ABEL DE SOUZA MORANGUEIRA (PRTB) 9.205 votos (0,10%)
ARISTIDES MOSSAMBANI (PSD) 8.368 votos (0,09%)
JULIO CEZAR DE JESUS (PSTU) 6.381 votos (0,06%)
EVERALDO SILVA (PRONA) 3.330 votos (0,03%)
ROGÉRIO MIRANDA DE MELLO (PTC) 1.376 votos (0,01%)
Senadores Eleitos
2º Turno
Dizem que o 2º turno é uma "nova eleição". Em 2002 no Paraná foi isto que aconteceu, pois Requião (que perdeu no 1º turno) conseguiu virar e venceu a eleição. Requião contou com apoio do PT de Flávio Arns e do Padre Roque, enquanto o PSDB do Beto Richa e o PFL do Luciano Pizzato e o PPS do Rubens Bueno apoiaram Alvaro Dias. Requião virou a eleição graças a promessa de baixar os preços ou acabar com o pedágio no Paraná. Requião, que havia usado pouco esta arma no 1º turno, passou a usá-la com frequência no 2º Turno, ela lhe deu a vitória. ALém disto, Requião teve mais apoios do que Dias, já que todos os candidatos "nanicos" foram com Requião.
Resultado do 2º turno:
ROBERTO REQUIÃO DE MELLO E SILVA (PMDB) 2.681.811 votos (55,15%)
ÁLVARO FERNANDES DIAS (PDT) 2.180.922 votos (44,85%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
Eleito
Além disso a eleição de 2002 no Paraná ficou marcada por uma disputa muito apertada entre dois ex-aliados: o próprio Requião e Álvaro Dias, que foram aliados nos anos 80 e 90, e se enfrentariam pela 1ª vez. Requião era candidato pelo PMDB, sem coligação, já Álvaro Dias era candidato pelo PDT, com apoio do PTB, do PTN, do PPB, do PRP e do PT do B. Correndo por fora estavam: Padre Roque, do PT (com apoio do PHS, do PCB, do PC do B e do PL), Beto Richa, do PSDB (com apoio do PFL, do PSL e do PAN) e candidato do então governador, Jaime Lerner, e Rubens Bueno, do PPS (com apoio do PV).
Além da briga pelo governo, havia a briga pelo Senado. No início da campanha os candidatos com mais chances de estarem entre os 2 Senadores eleitos eram: Osmar Dias, do PDT, Paulo Pimentel, do PMDB, Tony Garcia (o mesmo que roubou várias pessoas com o Consórcio Nacional Garibaldi, que faliu em 94), do PPB, Edésio Passos, do PT e Luciano Pizzato, do PFL.
Quem venceu o 1º turno foi Àlvaro Dias, do PDT, que conseguiu 1.616.047 votos (31,40% dos votos), contra 1.347.353 votos (26,17% dos votos) de Requião. Ambos se classificaram para o 2º turno.
Vejam o resultado do 1º Turno para Governador do Paraná:
ÁLVARO FERNANDES DIAS (PDT) 1.616.047 votos (31,40%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
ROBERTO REQUIÃO DE MELLO E SILVA (PMDB) 1.347.353 votos (26,17%)
CARLOS ALBERTO RICHA (PSDB) 888.837 votos (17,27%) PSDB/PFL/PSL/PAN
ROQUE ZIMMERMANN (PT) 842.399 votos (16,36%) PT/PHS/PCB/PC do B/PL
RUBENS BUENO (PPS) 362.464 votos (7,04%) PPS/PV
SEVERINO NUNES DE ARAÚJO (PSB) 47.903 votos (0,93%) PSB/PGT
GIOVANI GIONEDIS 26.567 votos (PSC) (0,51%) PSC/PST
CLAUDEMIR FIGUEIREDO PESSOA (PSTU) 5.517 votos (0,10%)
CIRUS ITIBERE DA CUNHA (PSD) 3.351 votos (0,06%)
JAMIL NAKAD (PRTB) 2.869 votos (0,05%)
JOSÉ GLADSTON BISPO (PRONA) 1.814 votos (0,03%)
ABRAHÃO BARBOSA EMILIO JUNIOR (PTC) 1.495 votos (0,02%)
Classificados para o 2º turno.
Já na eleição para Senador, tivemos nada menos do que 17 candidatos lutando por 2 cadeiras no Senado Federal. Os favoritos a vitória eram: Osmar Dias, do PDT, Paulo Pimentel, do PMDB, Tony Garcia (o mesmo que roubou várias pessoas com o Consórcio Nacional Garibaldi, que faliu em 94), do PPB, Edésio Passos, do PT e Luciano Pizzato, do PFL. Porém, ninguem contava com um cara até então desconhecido no mundo da política, chamado Flávio Arns. Arns começou atrás nas pesquisas, e até a ultima semana de campanha, estava perdendo a 2ª vaga para o ex-governador e experiente político do PMDB, Paulo Pimentel. Mas, eis que no dia da eleição Arns acaba virando e ficando com a 2ª vaga.
Vejam o resultado para o Senado Federal:
Obs.: Nesta eleição cada eleitor teve direito a 2 votos para o cargo de Senador para o preenchimento de 2 vagas.
OSMAR FERNANDES DIAS (PDT) 2.776.368 votos (30,06%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
FLÁVIO JOSÉ ARNS (PT) 1.995.730 votos (21,60%) PT/PHS/PCB/PC do B/PL
PAULO CRUZ PIMENTEL (PMDB) 1.091.822 votos (11,82%)
EDÉSIO FRANCO PASSOS (PT) 958.962 votos (10,38%) PT/PHS/PCB/PC do B/PL
LUCIANO PIZZATTO (PFL) 899.998 votos (9,74%) PSDB/PFL/PSL/PAN
ANTONIO CELSO GARCIA (PPB) 666.227 votos (7,21%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
NITIS JACON DE ARAUJO MOREIRA (PSDB) 648.828 votos (7,02%) PSDB/PFL/PSL/PAN
AFFONSO ANTONIUK (PPS) 56.924 votos (0,61%)
NELY LIDIA VALENTE DE ALMEIDA (PSC) 56.602 votos (0,61%) PSC/PST
EDA MARIA SLOMP (PV) 24.393 votos (0,26%)
RALPH DURVAL MOREIRA DE SOUZA (PSB) 19.516 votos (0,21%) PSB/PGT
ANTONIO PROCOPIAK NETO (PSDC) 11.880 votos (0,12%)
ABEL DE SOUZA MORANGUEIRA (PRTB) 9.205 votos (0,10%)
ARISTIDES MOSSAMBANI (PSD) 8.368 votos (0,09%)
JULIO CEZAR DE JESUS (PSTU) 6.381 votos (0,06%)
EVERALDO SILVA (PRONA) 3.330 votos (0,03%)
ROGÉRIO MIRANDA DE MELLO (PTC) 1.376 votos (0,01%)
Senadores Eleitos
2º Turno
Dizem que o 2º turno é uma "nova eleição". Em 2002 no Paraná foi isto que aconteceu, pois Requião (que perdeu no 1º turno) conseguiu virar e venceu a eleição. Requião contou com apoio do PT de Flávio Arns e do Padre Roque, enquanto o PSDB do Beto Richa e o PFL do Luciano Pizzato e o PPS do Rubens Bueno apoiaram Alvaro Dias. Requião virou a eleição graças a promessa de baixar os preços ou acabar com o pedágio no Paraná. Requião, que havia usado pouco esta arma no 1º turno, passou a usá-la com frequência no 2º Turno, ela lhe deu a vitória. ALém disto, Requião teve mais apoios do que Dias, já que todos os candidatos "nanicos" foram com Requião.
Resultado do 2º turno:
ROBERTO REQUIÃO DE MELLO E SILVA (PMDB) 2.681.811 votos (55,15%)
ÁLVARO FERNANDES DIAS (PDT) 2.180.922 votos (44,85%) PDT/PTB/PTN/PPB/PRP/PT do B
Eleito
Osmar Dias: "A aliança continua"
Osmar Dias, senador e candidato derrotado para o governo do estado em 3 de outubro, disse em seu perfil no Twitter (), que a aliança do PDT com o PMDB e com o PT no Paraná continuará: "Um decisão duramente trabalhada por uma aliança de partidos que compõem a base do governo Lula. Esta aliança continua.", disse o senador.
Ele também disse que as declarações de Augustinho Zucchi, presidente do PDT no estado, e de Fernando Scanavaca, líder do PDT na ALEP, dizendo que o PDT não fará oposição ao governo Beto Richa, não refletem a decisão do partido: "Declarações pela imprensa de alguns integrantes do nosso partido com relação a futuro posicionamento na Alep ñ refletem decisão partidária.".
Scanavaca disse que a candidatura de Osmar Dias ao governo foi algo imposto pela executiva nacional do partido: “Não foi uma decisão do Paraná. Foi uma pressão nacional", deixando praticamente claro que algumas alas do PDT também trabalharam contra Osmar em apoio ao Beto, assim como também houve no PMDB.
Ele também disse que as declarações de Augustinho Zucchi, presidente do PDT no estado, e de Fernando Scanavaca, líder do PDT na ALEP, dizendo que o PDT não fará oposição ao governo Beto Richa, não refletem a decisão do partido: "Declarações pela imprensa de alguns integrantes do nosso partido com relação a futuro posicionamento na Alep ñ refletem decisão partidária.".
Scanavaca disse que a candidatura de Osmar Dias ao governo foi algo imposto pela executiva nacional do partido: “Não foi uma decisão do Paraná. Foi uma pressão nacional", deixando praticamente claro que algumas alas do PDT também trabalharam contra Osmar em apoio ao Beto, assim como também houve no PMDB.
Dilma Rousseff e José Serra estarão amanhã no Paraná
A campanha eleitoral à presidência da República se desloca para o Paraná amanhã, quinta-feira. Além da candidata a presidente do PT, Dilma Rousseff, que confirmou a vinda a Curitiba e região, a direção estadual do PSDB anunciou ontem a vinda do candidato tucano José Serra a Maringá e Ponta Grossa. Esta é a sexta visita de Serra e a quarta da petista ao Paraná nesta campanha eleitoral. O Estado é o sexto maior colégio eleitoral do País.
Serra vem tentar consolidar a vantagem que obteve no primeiro turno, quando venceu a eleição por 5% dos votos. Dilma estará em Curitiba, onde sua votação alcançou 26,82% do total. Na pesquisa do Instituto Vox Populi, divulgada ontem, Serra está em vantagem na região Sul, onde tem 50% contra 41% da petista.
Serra fará campanha ao lado do governador eleito, Beto Richa (PSDB). Pela manhã, em Maringá, Beto e Serra participam de uma carreata e, às 11h, no parque de Exposições, reúnem-se com prefeitos e lideranças da região. À tarde, às 15h, Serra e Beto participam de uma carreata pelo centro de Ponta Grossa. Na semana passada, Serra esteve em Londrina com Beto Richa, onde participou de uma carreata, caminhou pelo calçadão e se encontrou com lideranças regionais.
O presidente do PT-PR e coordenador da campanha de Dilma no Paraná, deputado Enio Verri (PT), informou que a candidata chega às 9h30 no Aeroporto Afonso Pena, e vem para o centro de Curitiba, onde às 10h participará de uma passeata na Rua XV de Novembro (com concentração na Praça Santos Andrade em frente a UFPR) e às 11h estará em Pinhais, onde participará de uma carreada pela cidade. “De Pinhais, Dilma Rousseff segue de volta ao aeroporto Afonso Penna e segue viagem para cumprir sua agenda de campanha”, informa.
A agenda inicial previa visita a São José dos Pinhais, mas foi alterada na última hora. Na praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, Dilma receberá um manifesto de apoio assinado por professores de várias instituições de ensino superior do Estado. A candidata terá a companhia dos senadores eleitos Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (‘PMDB) além de deputados federais e estaduais.
Acusado de omissão no primeiro turno, o governador eleito tucano declarou que está “de corpo e alma” na campanha de José Serra. “Vou ajudar no que for preciso, dentro de minha humilde contribuição. Prefeitos, vereadores, deputados que nem estavam na minha campanha ao governo do Estado já me procuraram porque querem se engajar na campanha do Serra”, afirmou Beto que hoje se reúne com prefeitos do Sudoeste e do Oeste do Paraná. Na viagem, Beto também terá compromissos de apoio a José Serra presidente. Beto participará de encontros em Pato Branco e Cascavel com lideranças de 110 cidades das Associações de Municípios do Sudoeste, do Oeste e do Cantuquiriguaçú.
Serra vem tentar consolidar a vantagem que obteve no primeiro turno, quando venceu a eleição por 5% dos votos. Dilma estará em Curitiba, onde sua votação alcançou 26,82% do total. Na pesquisa do Instituto Vox Populi, divulgada ontem, Serra está em vantagem na região Sul, onde tem 50% contra 41% da petista.
Serra fará campanha ao lado do governador eleito, Beto Richa (PSDB). Pela manhã, em Maringá, Beto e Serra participam de uma carreata e, às 11h, no parque de Exposições, reúnem-se com prefeitos e lideranças da região. À tarde, às 15h, Serra e Beto participam de uma carreata pelo centro de Ponta Grossa. Na semana passada, Serra esteve em Londrina com Beto Richa, onde participou de uma carreata, caminhou pelo calçadão e se encontrou com lideranças regionais.
O presidente do PT-PR e coordenador da campanha de Dilma no Paraná, deputado Enio Verri (PT), informou que a candidata chega às 9h30 no Aeroporto Afonso Pena, e vem para o centro de Curitiba, onde às 10h participará de uma passeata na Rua XV de Novembro (com concentração na Praça Santos Andrade em frente a UFPR) e às 11h estará em Pinhais, onde participará de uma carreada pela cidade. “De Pinhais, Dilma Rousseff segue de volta ao aeroporto Afonso Penna e segue viagem para cumprir sua agenda de campanha”, informa.
A agenda inicial previa visita a São José dos Pinhais, mas foi alterada na última hora. Na praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da UFPR, Dilma receberá um manifesto de apoio assinado por professores de várias instituições de ensino superior do Estado. A candidata terá a companhia dos senadores eleitos Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (‘PMDB) além de deputados federais e estaduais.
Acusado de omissão no primeiro turno, o governador eleito tucano declarou que está “de corpo e alma” na campanha de José Serra. “Vou ajudar no que for preciso, dentro de minha humilde contribuição. Prefeitos, vereadores, deputados que nem estavam na minha campanha ao governo do Estado já me procuraram porque querem se engajar na campanha do Serra”, afirmou Beto que hoje se reúne com prefeitos do Sudoeste e do Oeste do Paraná. Na viagem, Beto também terá compromissos de apoio a José Serra presidente. Beto participará de encontros em Pato Branco e Cascavel com lideranças de 110 cidades das Associações de Municípios do Sudoeste, do Oeste e do Cantuquiriguaçú.
A Educação e as Eleições Presidenciais
A EDUCAÇÃO E AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS.
Por Avanir Mastey
Se aproxima o segundo turno das eleições presidenciais e nós educadores temos e devemos ter, um papel fundamental para fazer a melhor escolha para a educação pública do Brasil. Muitos dizem que a educação e os professores devem ser “neutros”, entretanto esses mesmo não investem em educação e em condições de trabalho e ainda culpabilizam os professores por qualquer fracasso na educação. Portanto, nós educadores cansamos disso e cada vez mais assumimos o papel de cidadãos, participando ativamente dos rumos práticos e teóricos da sociedade como faziam os cidadãos da polis grega no auge daquela democracia. E agora, queremos ensinar e mostrar aos nossos estudantes que é possível participar dos rumos da sociedade e principalmente que é possível melhora-la com mais justiça, distribuição de renda, condições de trabalho, isto é, uma vida melhor para todos.
Diante disso, cabe-nos a responsabilidade e o compromisso de mostrar aos nossos estudantes e eleitores que estamos frente a dois projetos de país para o Brasil. O primeiro projeto, representado pela candidata Dilma Rousseff, apresenta o Estado como fomentador do desenvolvimento, investidor em educação pública e serviços sociais, trazendo melhoria significativa para as condições econômicas, sociais e educacionais do país. E o segundo projeto, representado pelo candidato José Serra, que significa a defesa de um Estado Mínimo, que privatiza, “enxuga a máquina”, desresponsabiliza o Estado das suas funções sociais e educacionais, jogando a responsabilidade para o indivíduo liberal, sem garantias mínimas das condições de sobrevivência ou a para responsabilidade social de empresas ou terceiros.
Com base na compreensão dos projetos que fundamentam, na teoria e na prática, as duas candidaturas, é possível compreender porque no governo Lula ampliou-se o investimento em educação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a educação básica. Em 2001, com FHC, eram de 5,5 bilhões e em 2010 são orçados em 15,5 bilhões. Também podemos compreender por que o Dr. e professor FHC, criou apenas uma universidade pública em Tocatins, enquanto um torneiro mecânico criou 14 universidades públicas com 117 campos. Considerando a que está em construção, serão 15 universidades e 134 campos. Este mesmo torneiro mecânico, com o seu plano de governo, ampliou as vagas nas universidades públicas de 113,9 mil para 222,4 mil e no Programa Universidade para Todos PROUNI foram criadas 704.637 bolsas para jovens com renda percapita familiar de até três salários mínimos. Enquanto no período do FHC foi proibido a construção de novas escolas técnicas por iniciativa da União já, no governo Lula foram criadas 214 novas escolas com 500 mil matrículas.
O plano de governo do PSDB acredita, através dos seus teóricos Liberais como Adan Smith, David Ricardo e os Neoliberais; Nilton Fridman, Hayeck, Francis Fukuyama, que o Estado precisa ser reduzido, diminuindo a quantidade e as condições de trabalho dos servidores públicos. E ainda, o Estado não precisa interferir na economia: tudo deve ser solto para a competição capitalista “selvagem” e quem perder deve “morrer”, sem incomodar o Estado, que vai deixando de existir e vira cada vez mais um instrumento para simplesmente organização dos interesses apenas dos grandes especuladores financeiros. Porém, a última crise econômica demonstrou a falência do projeto Neoliberal, quando os Estados tiveram que interferir duramente na economia estatizando empresas e salvando especuladores ( a GM, por exemplo, foi estatizada pela Tesouro dos EUA). É importante lembrar que as economias dos países que mais crescem no mundo não são neoliberais.
Já o projeto representado por Dilma Rousseff, se fundamenta em vários teóricos marxistas e neomarxistas, como John Keynes, Florestan Fernandes, Paulo Freire, bem como no debate com os movimentos sociais, sindicais e populares, buscando construir uma nação com melhor qualidade de vida para os grupos mais excluídos. Isso via a ação efetiva do Estado.
Portanto, nossa responsabilidade, enquanto professor(a), educador(a), sindicalista, é com a verdade. A leitura e interpretação dos fatos, e o acompanhamento cotidiano das ações políticas e dos planos de governo, é fundamental para construirmos condições (formação, salário, estruturas materiais adequadas e etc.) para uma educação pública de qualidade e para todos(as).
Como diz a sabedoria popular “Os governos que melhorarem a educação pública, aplaudiremos e os que prejudicarem, receberão as nossas vaias”. E assim sendo e parafraseando Paulo Freire construiremos uma sociedade em que seja menos difícil amar.
Avanir Mastey é Mestre em Educação pela UFPR e professor de Filosofia.
Por Avanir Mastey
Se aproxima o segundo turno das eleições presidenciais e nós educadores temos e devemos ter, um papel fundamental para fazer a melhor escolha para a educação pública do Brasil. Muitos dizem que a educação e os professores devem ser “neutros”, entretanto esses mesmo não investem em educação e em condições de trabalho e ainda culpabilizam os professores por qualquer fracasso na educação. Portanto, nós educadores cansamos disso e cada vez mais assumimos o papel de cidadãos, participando ativamente dos rumos práticos e teóricos da sociedade como faziam os cidadãos da polis grega no auge daquela democracia. E agora, queremos ensinar e mostrar aos nossos estudantes que é possível participar dos rumos da sociedade e principalmente que é possível melhora-la com mais justiça, distribuição de renda, condições de trabalho, isto é, uma vida melhor para todos.
Diante disso, cabe-nos a responsabilidade e o compromisso de mostrar aos nossos estudantes e eleitores que estamos frente a dois projetos de país para o Brasil. O primeiro projeto, representado pela candidata Dilma Rousseff, apresenta o Estado como fomentador do desenvolvimento, investidor em educação pública e serviços sociais, trazendo melhoria significativa para as condições econômicas, sociais e educacionais do país. E o segundo projeto, representado pelo candidato José Serra, que significa a defesa de um Estado Mínimo, que privatiza, “enxuga a máquina”, desresponsabiliza o Estado das suas funções sociais e educacionais, jogando a responsabilidade para o indivíduo liberal, sem garantias mínimas das condições de sobrevivência ou a para responsabilidade social de empresas ou terceiros.
Com base na compreensão dos projetos que fundamentam, na teoria e na prática, as duas candidaturas, é possível compreender porque no governo Lula ampliou-se o investimento em educação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a educação básica. Em 2001, com FHC, eram de 5,5 bilhões e em 2010 são orçados em 15,5 bilhões. Também podemos compreender por que o Dr. e professor FHC, criou apenas uma universidade pública em Tocatins, enquanto um torneiro mecânico criou 14 universidades públicas com 117 campos. Considerando a que está em construção, serão 15 universidades e 134 campos. Este mesmo torneiro mecânico, com o seu plano de governo, ampliou as vagas nas universidades públicas de 113,9 mil para 222,4 mil e no Programa Universidade para Todos PROUNI foram criadas 704.637 bolsas para jovens com renda percapita familiar de até três salários mínimos. Enquanto no período do FHC foi proibido a construção de novas escolas técnicas por iniciativa da União já, no governo Lula foram criadas 214 novas escolas com 500 mil matrículas.
O plano de governo do PSDB acredita, através dos seus teóricos Liberais como Adan Smith, David Ricardo e os Neoliberais; Nilton Fridman, Hayeck, Francis Fukuyama, que o Estado precisa ser reduzido, diminuindo a quantidade e as condições de trabalho dos servidores públicos. E ainda, o Estado não precisa interferir na economia: tudo deve ser solto para a competição capitalista “selvagem” e quem perder deve “morrer”, sem incomodar o Estado, que vai deixando de existir e vira cada vez mais um instrumento para simplesmente organização dos interesses apenas dos grandes especuladores financeiros. Porém, a última crise econômica demonstrou a falência do projeto Neoliberal, quando os Estados tiveram que interferir duramente na economia estatizando empresas e salvando especuladores ( a GM, por exemplo, foi estatizada pela Tesouro dos EUA). É importante lembrar que as economias dos países que mais crescem no mundo não são neoliberais.
Já o projeto representado por Dilma Rousseff, se fundamenta em vários teóricos marxistas e neomarxistas, como John Keynes, Florestan Fernandes, Paulo Freire, bem como no debate com os movimentos sociais, sindicais e populares, buscando construir uma nação com melhor qualidade de vida para os grupos mais excluídos. Isso via a ação efetiva do Estado.
Portanto, nossa responsabilidade, enquanto professor(a), educador(a), sindicalista, é com a verdade. A leitura e interpretação dos fatos, e o acompanhamento cotidiano das ações políticas e dos planos de governo, é fundamental para construirmos condições (formação, salário, estruturas materiais adequadas e etc.) para uma educação pública de qualidade e para todos(as).
Como diz a sabedoria popular “Os governos que melhorarem a educação pública, aplaudiremos e os que prejudicarem, receberão as nossas vaias”. E assim sendo e parafraseando Paulo Freire construiremos uma sociedade em que seja menos difícil amar.
Avanir Mastey é Mestre em Educação pela UFPR e professor de Filosofia.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Partidos começam a pensar na eleição Curitibana de 2012
Na política é assim. Mal saem os resultados de uma eleição e os partidos já começam a planejar as estratégias para a próxima eleição, e em Curitiba não é diferente. Os principais partidos já começam a escolher possíveis nomes para disputar o cargo de prefeito de Curitiba em 2012.
O 1º nome cogitado é o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), que já disse que pretende tentar a "reeleição". Porém, sua candidatura pode fazer com que a coligação que elegeu Beto Richa prefeito em 2008 acabe 'rachando', fazendo com que ele tenha menos tempo no Rádio e na TV, já que seu partido (PSB) não é um partido com muito tempo no Rádio e na TV.
Já o PSDB tem Gustavo Fruet como o principal nome para a eleição de 2012. Existe um acordo entre ele e Beto Richa, em que o Richa se comprometeu a apoiar Fruet em 2012 em troca da candidatura de Fruet para o Senado neste ano. Além disso, na eleição deste ano, Fruet fez 646 mil votos em Curitiba, votação mais do que suficiente para eleger-se prefeito.
Outro partido da Base Governista em Curitiba (e a partir de janeiro/2011 no Paraná também), o PPS, tem grandes chances de ter candidatura própria. Rubens Bueno, que é o atual presidente do partido, e foi candidato a prefeito em 2004, quando conseguiu 188.313 votos (20,039% dos votos válidos). Além dele, a vereadora Renata Bueno (filha do Rubens), o atual presidente da URBS, Marcos Isfer, e o vereador Zé Maria são outros possíveis candidatos.
Já no PMDB e no PDT os possiveis nomes são Marcelo Almeida, Rodrigo Rocha Loures e Rafael Greca (PMDB), Luis Carlos Martins e Wilson Picler (PDT). Os nomes são fortes em Curitiba e estão sem mandato atualmente.
O PT teria uma "candidata natural", Gleisi Hoffmann, mas ela já disse que não irá disputar a prefeitura de Curitiba em 2012. Assim, restam Dr Rosinha, Tadeu Veneri e o velho conhecido das urnas curitibanas Ângelo Vanhoni.
O PSC poderá lançar o deputado federal mais votado da história do Paraná e o 5º mais votado do Brasil na última eleição, Ratinho Júnior. Mas, pesa contra a candidatura o fato dele ter feito "só" 98 mil votos em Curitiba, e o pouco tempo de Rádio e TV que o partido tem.
À nós, fãs de política, só resta esperar até agosto de 2012. Até lá, tudo não passa de boato...
O 1º nome cogitado é o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), que já disse que pretende tentar a "reeleição". Porém, sua candidatura pode fazer com que a coligação que elegeu Beto Richa prefeito em 2008 acabe 'rachando', fazendo com que ele tenha menos tempo no Rádio e na TV, já que seu partido (PSB) não é um partido com muito tempo no Rádio e na TV.
Já o PSDB tem Gustavo Fruet como o principal nome para a eleição de 2012. Existe um acordo entre ele e Beto Richa, em que o Richa se comprometeu a apoiar Fruet em 2012 em troca da candidatura de Fruet para o Senado neste ano. Além disso, na eleição deste ano, Fruet fez 646 mil votos em Curitiba, votação mais do que suficiente para eleger-se prefeito.
Outro partido da Base Governista em Curitiba (e a partir de janeiro/2011 no Paraná também), o PPS, tem grandes chances de ter candidatura própria. Rubens Bueno, que é o atual presidente do partido, e foi candidato a prefeito em 2004, quando conseguiu 188.313 votos (20,039% dos votos válidos). Além dele, a vereadora Renata Bueno (filha do Rubens), o atual presidente da URBS, Marcos Isfer, e o vereador Zé Maria são outros possíveis candidatos.
Já no PMDB e no PDT os possiveis nomes são Marcelo Almeida, Rodrigo Rocha Loures e Rafael Greca (PMDB), Luis Carlos Martins e Wilson Picler (PDT). Os nomes são fortes em Curitiba e estão sem mandato atualmente.
O PT teria uma "candidata natural", Gleisi Hoffmann, mas ela já disse que não irá disputar a prefeitura de Curitiba em 2012. Assim, restam Dr Rosinha, Tadeu Veneri e o velho conhecido das urnas curitibanas Ângelo Vanhoni.
O PSC poderá lançar o deputado federal mais votado da história do Paraná e o 5º mais votado do Brasil na última eleição, Ratinho Júnior. Mas, pesa contra a candidatura o fato dele ter feito "só" 98 mil votos em Curitiba, e o pouco tempo de Rádio e TV que o partido tem.
À nós, fãs de política, só resta esperar até agosto de 2012. Até lá, tudo não passa de boato...
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